Quibe, hortelã, limão… Pensar em salgados árabes já dá água na boca! E nos cardápios especializados em comida árabe também aparecem as famosas esfihas, o tabule, o falafel, o homus e o babaganuche, o charutinho de uva e várias outras receitas com legumes e grãos. Um universo saboroso, não? Apaixonante! Ou melhor: viciante.
São as ervas e especiarias que dão o tom aos pratos e aos salgados árabes, mas existem outros dois temperos muito importantes, também responsáveis pelo destaque desta culinária: história e tradição. Aromática e visual, a culinária árabe tem personalidade forte!
É esta mesma personalidade que encontramos no significado, para quem é do Oriente Médio, do momento da refeição: um momento sagrado, quase um ritual.
Com tanta tradição, as receitas árabes não poderiam deixar de viajar o mundo e, vindas de diversas regiões, do Líbano ao Marrocos, trazidas nas malas - ou na memória - pelos imigrantes, se espalharam pelos continentes, sendo carinhosamente recebidas, aceitas e introduzidas nos hábitos culinários de outros povos.
Controle de Qualidade
Aumentou o número de fãs de culinária árabe, aumentou também o número de críticos desta gastronomia (não oficialmente e no bom sentido, é claro!). Então, para que uma receita árabe faça verdadeiro sucesso, ela precisa estar muito bem preparada. Além dos ingredientes frescos e bem selecionados e uma atenção especial às medidas e quantidades. Da mesma forma os equipamentos utilizados na elaboração de pratos também têm enorme influência sobre o resultado final. Principalmente quando o assunto são salgados árabes.E por falar em salgados…
Os ramos de fabricação, fornecimento e venda direta de salgados ganham cada vez mais destaque. E os salgados árabes, principalmente o kibe e a esfihas recheadas, já se tornaram iguarias obrigatórias na maioria dos cardápios dos mais diversos negócios de alimentação, seja em um buffet ou na vitrine da lanchonete e padaria, ou mesmo como petisco no “boteco”. Apesar de competitivos, estes setores têm possibilidades infinitas, desde que o negócio esteja bem estruturado, os planos sejam bem elaborados e os investimentos bem direcionados. Investir em equipamentos que facilitam a vida do trabalhador, mantém o sabor e aumentam a produtividade é o segredo para quem administra uma empresa, um buffet ou um restaurante. Seja você dono de uma fabricação caseira ou de uma grande rede de restaurantes, o seu objetivo principal é, sempre, melhorar a qualidade de seus produtos, reduzir custos e atuar em menos tempo. E quanto maior a qualidade dos instrumentos e máquinas e quanto mais funcionais eles forem, maior a qualidade do alimento produzido. Estabelecimentos, por exemplo, que se dedicam à produção de salgados, como quibes, esfihas e falafel, buscam por máquinas de alta tecnologia para:- redução no tempo gasto com a fabricação do produto;
- redução no desperdício de ingredientes;
- aumento no rendimento;
- consequente redução de custos;
- padronização no formato.